Alimentação pouco saudável já mata mais do que cigarro nos EUA

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Por  Dalcia Klimaczewski  |  Nutricionista - CRN 8 12426 Publicado em 01 de dezembro de 2017 | Atualizado em 03 de agosto de 2018

A alimentação pouco saudável é muito comum entre os norte americanos, visto que os Estados Unidos é conhecido pela suas grandes redes de Fast Food e pelo grande consumo desse tipo de alimento, além da vasta oferta de alimentos industrializados. Em decorrência disso, a alimentação ultrapassou o lugar do cigarro em relação ao número de mortes registradas no país, atingindo o primeiro lugar da lista de causas de morte entre os norte americanos.

Alguns anos atrás o cigarro era o número um dessa lista, porém, há algum tempo o cenário vem mudando. A grande oferta e consumo de alimentos rápidos e prontos para consumo, como é o caso dos Fast Foods, e a elevada quantidade de gorduras hidrogenadas, sódio e açúcares presentes nesses alimentos e também nos industrializados, são apontadas como as principais causas do aumento dos registros de obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares, principalmente.

Alguns estudos mostram que até 2030 mais de 42% dos norte americanos serão obesos e 11% terão obesidade mórbida, demonstrando a gravidade do problema.

Informações sobre a alimentação pouco saudável

Se a alimentação pouco saudável é um dos fatores que mais causam mortes nos EUA, então por que não há mais campanhas de conscientização sobre a alimentação saudável no país?

Grandes empresas e indústrias alimentícias são comumente acusadas na mídia por financiarem pesquisas para obterem resultados em prol delas. Ou seja, pagam para dizer que consumir altas quantidade de carboidratos, por exemplo, não tem relação com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Além disso, os próprios médicos têm uma alimentação pouco saudável, assim como era comum nos anos 50 o alto consumo de cigarro pela maioria dos médicos norte americanos.

A alimentação e a nutrição, quando realizadas de maneira saudável, podem ser usadas para prevenir e tratar doenças. Portanto, a alimentação não deveria ser a causa da morte, mas sim uma forma de preveni-la. Para tanto, deve-se optar por uma alimentação saudável e balanceada, com uma ingestão reduzida de alimentos industrializados e com a maior inclusão de frutas e hortaliças.[vc_row css=”.vc_custom_1478024067242{margin-right: 5px !important;padding-top: 15px !important;padding-right: 20px !important;padding-bottom: 25px !important;padding-left: 20px !important;background-color: #f1f5f8 !important;border-radius: 4px !important;}”][vc_column width=”1/6″ css=”.vc_custom_1467746880870{margin-right: -30px !important;}”][vc_single_image image=”13707″ img_size=”full” alignment=”center” style=”vc_box_circle_2″][/vc_column][vc_column width=”5/6″][vc_column_text]Dalcia Klimaczewski[/vc_column_text][vc_column_text]24 anos, comunicóloga e graduanda em Nutrição pela Universidade Federal do Paraná. Adepta à nutrição comportamental, acredita que a saúde e o bem-estar são consequências do equilíbrio entre o corpo e a mente.

Dalcia Klimaczewski

Nutricionista

Formada em Nutrição pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pós-graduanda em Comportamento e Transtornos Alimentares pelo Instituto de Pesquisa do Comportamento Alimentar (IPCAC).

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